Archive for the ‘Poesia’ Category

Já faz tempo que não escrevo. Por que não tem o que escrever? Pouco provável. Sempre há. Palavra morta só com o cidadão morto. Como não é o caso… Essa semana escrevi um poema no caderno do pequeno Heitor. Ele quando crescer terá uma bela relíquia que sua mãe e pai estão fazendo para ele. […]


Abateu-se sobre Pernambuco o transbordar do mar. Estava eu na ilha de Recife, lugar onde as pontes já não faziam sentido. Estava ilhado. Cercado por água por todos os lados, O 3º andar do prédio em que me contrava ainda era um lugar seguro Mas não havia para onde ir. Para quem conhece, as águas […]


Em Cristópolis-BA, um município com pouco mais de 14 mil habitantes, localizado a oeste da Chapada Diamantina, haverá um grande torneio de sinuca, onde todo o dinheiro arrecadado  será destinado a construção de algo novo na cidade. Mas, o quê exatamente? Não consegui descobri. O locutor falava com muita ênfase, que era importantíssima a participação […]


A despedida

09mar10

Tudo que se preza nessa vida, tem um fim. Minha estada por estas quentes terras, está se findando. Como já disse, tenho muito o que carregar e muito vou deixando. Meu caminho tem pedregulhos por escolha própria. Não gosto das monotonias da vida, das rotinas intermináveis. Dos caminhos sem obstáculos. Sempre busco o novo, na […]


Pequena.

25fev10

Pequena, teus olhos vedados por espelho me impedem de ver tua face de prazer? vejo um sorriso, sinto teu forte respirar. Meu suor molhando teu corpo não parece te incomodar. Nada naquele momento te incomodava. Ah, sim! a hora que passava galopante. Essa sim Essa não! Em teus braços, sinto a força duma sintonia, como […]


Eu sacudo.

19fev10

A macaxeira foi uma sacudidela que dei na vida para espantar o marasmo que aflora. As perspectivas são de mais marasmo, boresta perante a vida. Estou ávido por navegar por terras por onde já não ando desde a infância. Vou-me. Não sem deixar. Não sem carregar. Não sem abandonar. Não sem sequestrar. Fico feliz por […]


Sigo

08fev10

SIgo caminhando com minhas próprias pernas. Não sem cansar, mas são fortes suficiente para carregar ao que me proponho. Sempre a passos largos e apressados. Vou sentir falta do calor insuportável das camisas suadas do calor nas pernas por causa das calças. Da marca molhada do uso da mochila. Dos corpos que suados se grudam, […]